sexta-feira, 25 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Relato Rellexivo
Este trabalho faz parte das atividades de encerramento do curso Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade, com o objetivo de oferecer capacitação aos professores da Rede Pública de Ensino, sobre as práticas de leitura e escrita em contexto digital.
O curso Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade foi uma experiência e um aprendizado muito válido para as práticas que envolvem a leitura e escrita em diversos contextos, situações, suportes e mídias, exigência para uma participação letrada e cidadã na sociedade.
O curso inicialmente nos ofereceu a oportunidade de informações importantes de como utilizar a Internet de forma segura, muito pertinente em um curso como esse.
O que fortaleceu ainda mais nossa participação no curso, foi o fato de contarmos com profissionais de todas as áreas do conhecimento. Cada um com sua bagagem, suas experiências, sua linguagem específica pode contribuir e todos refletirem sobre as práticas de leitura e escrita em ambientes digitais e sobre a grande contribuição que esse recurso pode nos oferecer.
Durante o curso realizamos atividades de interação através das participações nos fóruns, o que enriqueceu muito o debate, pois, cada um com suas experiências pode socializar o conhecimento aprimorando assim o conhecimento de todos. A familiarização com os recursos digitais, de leitura e escrita no ambiente digital, foi um grande desafio para mim, mas ao mesmo tempo, um aprimoramento na prática pedagógica.
Tivemos a oportunidade de trabalhar com diferentes abordagens de leitura, compreensão e produção de textos em diferentes gêneros, modalidades e linguagens, capacitando-nos, contribuindo para melhorar nossas aulas e a aprendizagem de nossos alunos.
Em relação ao blog, apesar das dificuldades que enfrentei valeu a pena, muito interessante, cada vez que conseguia avançar era uma vitória, para mim foi uma experiência muito rica e nova produzir textos para o contexto digital, Porém, devido a falta de tempo, não sei se daremos continuidade nas postagens.
É isso! Aprendi muito com o curso com as orientações da nossa tutora e principalmente com a participação dos colegas.
No curso
Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade senti muita dificuldade com
algumas atividades, principalmente, com a construção do blog. Para concluir a
atividade foi preciso contar com minhas colegas de curso, com a ajuda do meu
marido, e assim, mais uma vez, pude ter certeza que o conhecimento é uma
construção coletiva.
Outro ponto
importante do trabalho realizado foi rever minha prática, observando que as
novas tecnologias podem servir para o desenvolvimento das habilidades de leitura
e escrita dos meus alunos. Já que estes sabem, melhor do que eu, como manusear
estas tecnologias e assim podemos ajudar-nos mutuamente.
Por fim adorei
poder encontrar com os professores das mais diversas áreas, ampliando assim meu
ponto de vista sobre a leitura e a escrita, que não devem (e não são) trabalhadas apenas nas aulas de
Língua Portuguesa.
Acredito que a
grande dificuldade que tive foi realmente o tempo, mas até esta, com a força e
paciência dos colegas, consegui superar e chegar ao fim do nosso trabalho
aproveitando para melhorar minha prática.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
UM GRANDE ENCONTRO
No diálogo entre o estudante e o texto, o professor tem um papel importante para criar condições de interpretação
O aluno
Leitor Ativo Toda criança é um leitor que realiza um esforço cognitivo para processar e atribuir significado ao que está escrito. Com isso, interpreta.
Conhecimentos prévios Tudo o que um estudante sabe antes de ler compõe os chamados esquemas de pensamento, que influenciam o que ele compreende.
O professor
Contexto de produção Quem é o autor? Em que época escreveu? Quais suas possíveis intenções? Cabe ao professor ajudar cada aluno a enxergar esses aspectos.
Contexto de leitura Para que lemos um texto? Estabelecer um objetivo claro (considerando o que a turma já sabe) é fundamental para dar sentido à tarefa.
O texto
Forma Por possuir estruturas diferentes, cada gênero desperta expectativas distintas. Explorar suas características oferece pistas para antecipar a interpretação.
Conteúdo Para motivar, o tema deve estar ligado aos interesses de quem lê. E o professor de cada disciplina tem de direcionar o olhar da turma para aspectos específicos de sua área.
No diálogo entre o estudante e o texto, o professor tem um papel importante para criar condições de interpretação
O aluno
Leitor Ativo Toda criança é um leitor que realiza um esforço cognitivo para processar e atribuir significado ao que está escrito. Com isso, interpreta.
Conhecimentos prévios Tudo o que um estudante sabe antes de ler compõe os chamados esquemas de pensamento, que influenciam o que ele compreende.
O professor
Contexto de produção Quem é o autor? Em que época escreveu? Quais suas possíveis intenções? Cabe ao professor ajudar cada aluno a enxergar esses aspectos.
Contexto de leitura Para que lemos um texto? Estabelecer um objetivo claro (considerando o que a turma já sabe) é fundamental para dar sentido à tarefa.
O texto
Forma Por possuir estruturas diferentes, cada gênero desperta expectativas distintas. Explorar suas características oferece pistas para antecipar a interpretação.
Conteúdo Para motivar, o tema deve estar ligado aos interesses de quem lê. E o professor de cada disciplina tem de direcionar o olhar da turma para aspectos específicos de sua área.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Veja a seguir, as nove pequenas coisas que os pais, avós, professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as crianças a aprenderem e a criarem gosto pela leitura.
1 Leia em voz alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo. A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em livros.
2 Para começar, use livros ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.
3Conte histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
4 Procure por programas de leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
5Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"
6 Faça com que materiais de escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
7 Procure assistir programas educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
1 Leia em voz alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo. A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em livros.
2 Para começar, use livros ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.
3Conte histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
4 Procure por programas de leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
5Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"
6 Faça com que materiais de escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
7 Procure assistir programas educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
8 Visite com frequência uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.
9 Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.
9 Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.
http://sitededicas.uol.com.br/artigo1at.htm
segunda-feira, 7 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Clarice Belloni Ferrari, 52 anos de idade, tenho duas filhas maravilhosas, maior presente de Deus na minha vida. Estou na rede estadual desde 1986, e efetiva desde o ano 2000. Sou professora de Geografia, gosto muito da área de humanas. Moro em Adamantina, cidade que se fica no oeste paulista, a 600 km da capital. Gosto de uma boa leitura, assistir bons programas na TV, passear e estar com minhas filhas e com todos da família, que é onde encontro paz e felicidade. Participar desse curso é uma oportunidade de estar em contato com coisas novas e com isso ampliar os conhecimentos e fazer novas amizades.
Olá, pessoal
aqui coloco meu texto, seguindo os passos pedidos pelo curso de Formação :
aqui coloco meu texto, seguindo os passos pedidos pelo curso de Formação :
Telefone tocou.
- Alô!
- É o Pereira?
- Sim, quem deseja?
- É o Carlos. Você me ligou ontem sobre o encanamento, acordei você?
- Não, eu já estava em pé quando o celular tocou, lavei o rosto, o problema foi sair às pressas.
- Ah, se quiser logo mais tarde.
- Não, o que é isso.
- Então, quando você poderá vir para consertar?
- Amanhã eu tenho uma casa na Vila Formosa, da dona Euni...
- Só um momentinho, a campainha está tocando. Mas pode ficar na linha, a demora vai ser somente abrir a porta e ver quem é.
- Opa, pode ir atender.
- O que é isso?
- Isso o quê? Alô, ainda está falando comigo?
- Não, não... O problema é que tem um homem caído no chão, na porta do meu apartamento.
- Às vezes é um vizinho bêbado.
-Ei amigo, você está bem? Credo, estou chutando ele e não se mexe, o cara está gelado e rígido!
- O que está acontecendo aí?
- É um sujeito que não se mexe, acho que ele está morto.
- Não é possível um defunto na porta do apartamento. Liga para a polícia.
- Estou olhando para o corredor e não há ninguém aqui.
- Liga para a polícia, Carlos.
- Está bem, tá, tá.
- Alô, central 190.
- Alô, olha tem um cara morto aqui na porta do meu apartamento, o que eu faço?
- Senhor, qual é o seu nome?
- É Carlos.
- Sr Carlos, descreva-me o ocorrido.
- É... o celular tocou, era o encanador, então eu fui atender a campainha e vi o indivíduo caído no corredor, bem na minha porta, eu não sei quem é, apareceu de repente aqui meu, nem sei...
- Senhor aguarde um instante, vou transferir para a central de plantão.
Dez minutos depois
- Polícia, não se mexa!
-Mas eu nem desliguei o telefone ainda.
- É que rastreamos a sua ligação. Bem, vamos averiguar o que realmente aconteceu
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