aqui coloco meu texto, seguindo os passos pedidos pelo curso de Formação :
Telefone tocou.
- Alô!
- É o Pereira?
- Sim, quem deseja?
- É o Carlos. Você me ligou ontem sobre o encanamento, acordei você?
- Não, eu já estava em pé quando o celular tocou, lavei o rosto, o problema foi sair às pressas.
- Ah, se quiser logo mais tarde.
- Não, o que é isso.
- Então, quando você poderá vir para consertar?
- Amanhã eu tenho uma casa na Vila Formosa, da dona Euni...
- Só um momentinho, a campainha está tocando. Mas pode ficar na linha, a demora vai ser somente abrir a porta e ver quem é.
- Opa, pode ir atender.
- O que é isso?
- Isso o quê? Alô, ainda está falando comigo?
- Não, não... O problema é que tem um homem caído no chão, na porta do meu apartamento.
- Às vezes é um vizinho bêbado.
-Ei amigo, você está bem? Credo, estou chutando ele e não se mexe, o cara está gelado e rígido!
- O que está acontecendo aí?
- É um sujeito que não se mexe, acho que ele está morto.
- Não é possível um defunto na porta do apartamento. Liga para a polícia.
- Estou olhando para o corredor e não há ninguém aqui.
- Liga para a polícia, Carlos.
- Está bem, tá, tá.
- Alô, central 190.
- Alô, olha tem um cara morto aqui na porta do meu apartamento, o que eu faço?
- Senhor, qual é o seu nome?
- É Carlos.
- Sr Carlos, descreva-me o ocorrido.
- É... o celular tocou, era o encanador, então eu fui atender a campainha e vi o indivíduo caído no corredor, bem na minha porta, eu não sei quem é, apareceu de repente aqui meu, nem sei...
- Senhor aguarde um instante, vou transferir para a central de plantão.
Dez minutos depois
- Polícia, não se mexa!
-Mas eu nem desliguei o telefone ainda.
- É que rastreamos a sua ligação. Bem, vamos averiguar o que realmente aconteceu
Karen, gostei muito do seu texto, você foi criativa, me fez ficar curiosa pelo final da conversa. Parabéns, e vamos para o módulo 4. Abraço, Clarice.
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