quinta-feira, 26 de abril de 2012


Leitura e escrita na escola

A lembrança que tenho das atividades de produção de texto na escola não levava em consideração questões como: onde e quando o texto é produzido, por quem, para quem e com que finalidades. As atividades geralmente eram descontextualizadas e sem significado para nós, alunos. Era comum, por exemplo, nas séries iniciais, a professora pendurar uma gravura (normalmente uma paisagem totalmente diferente de nossa realidade) e pedir uma descrição ou que inventássemos uma história. No início do ano, todos já sabíamos que teríamos que escrever sobre “As minhas férias”. Que tortura!

Propostas de produção de texto nesta linha não favorecem a formação de alunos leitores e, muito menos, estimulam a escrita. A escrita é resultado da leitura. Para o aluno aprender a escrever diferentes gêneros textuais é necessário que ele tenha contato com os mais diferentes tipos de texto e que estejam relacionados com sua vivência.

Hoje, na escola, percebo que, desde as séries iniciais, muitos professores já trabalham desta forma. Os alunos leem jornais, revistas, bulas, receitas, poesias, crônicas, romances, listas, contas de luz, telefone, entre outros. A utilização da internet favorece ainda a leitura de imagens, vídeos e animações. A publicação das produções textuais dos alunos nos edublogs valoriza e incentiva-os a escrever mais e melhor. Assim, os alunos vão percebendo que a escrita está inserida no dia-a-dia e que é necessário conhecer os diferentes gêneros para saber se comunicar bem.

Texto publicado por: Gládis Leal dos Santos

Pessoal, deem uma olhadinha nesse texto, achei muito objetivo e coerente,
pois retrata de maneira bem clara como a metodologia mudou e para melhor
em relação ao aprendizado da leitura e escrita na escola.


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