quarta-feira, 25 de abril de 2012
A língua […] é o capital simbólico
por excelência de uma comunidade. É um capital, porém, desigualmente repartido,
e esta desigualdade impõe limitações gra-ves à capacidade de entendimento, de
expressão e de comunicação de muitas mulheres e de muitos homens e, por
conseguinte, cerceia a liberdade e a participa-ção política de muitos cidadãos.
Só a educação e a escola […] podem tornar menos desigual e menos in-justa a
repartição deste capital simbólico e dar as-sim aos jovens a possibilidade de
virem a ser homens e mulheres mais dialogantes, mais livres, mais soli-dários e
mais responsáveis (Aguiar e Silva, 1989, p. 18).
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